 |
|
Nome:PASTOR ALEMÃO |
Nome 2 : Padrão não comenta |
Nome 3 : Padrão não comenta |
|
|
|
Origem:
Alemanha |
|
Nome de
origem:
Deutscher Schäferhund; |
|
Utilização:
Pastoreio, policial, guarda, busca e
salvamento. |
| |
|
|
ASPECTO GERAL |
- retangular, mais longo que alto, ossatura
e musculatura atleticamente desenvolvida,
autoconfiante e nervos firmes com
características sexuais bem definidas. |
|
PROPORÇÕES |
- altura na cernelha: machos 60 - 65 cm e
fêmeas de 55 - 60 cm. O comprimento do
tronco ultrapassa a altura na cernelha em 10
- 17%.. |
|
TALHE |
|
|
• Altura da Cernelha |
|
Macho: |
Altura
Máxima |
- 65 cm |
| Altura Mínima |
- 60 cm |
| Altura Ideal |
- tolerância: ± 2,5 cm. |
 |
|
Fêmea: |
Altura Máxima |
- 60 cm |
| Altura Mínima |
- 55 cm |
| Altura Ideal |
- tolerância: ± 2,5 cm. |
|
|
• Comprimento |
- ultrapassa a altura na cernelha em 10 -
17%. |
|
• Peso |
- Padrão não comenta. |
|
TEMPERAMENTO |
- tanto no comportamento, quanto no caráter,
o Pastor Alemão deve ser ponderado, bem
equilibrado, autoconfiante, absolutamente
natural, completamente inofensivo (salvo
quando provocado), vigilante e dócil. Deve
comprovar sua coragem, ter um caráter bem
equilibrado e possuir instinto de luta, para
reunir condições que o tornem capacitado às
funções de escolta, guarda, proteção,
serviço e de trabalho com rebanho. |
|
PELE |
- suavemente ajustada, sem formar pregas. |
|
PELAGEM |
- Pêlo: a pelagem correta do Pastor
Alemão é o mais densa possível e dupla: pêlo
e subpêlo. O pêlo deve ser reto, áspero e
bem assente, curto na cabeça e orelhas,
incluindo a face interna do pavilhão
auditivo; na face anterior dos membros, nas
patas e dígitos; um pouco mais longo e cheio
no pescoço. Na face posterior dos membros,
alonga-se até o nível do carpo e do jarrete,
formando, na face posterior das coxas,
culotes, de tamanho moderado. |
|
COR |
- varia desde o preto, com marcas marrom
avermelhado, marrons ou amarelas, até o
cinza claro. Preto e cinza unicolor sendo, o
cinza, encarvoado (sombreado). Máscara e
manto, pretos.
Pequenas e discretas marcas brancas no
antepeito ou uma coloração muito clara na
face interna dos membros, são toleradas mas,
não almejadas.
A trufa deverá ser, necessariamente, preta
em todas as cores de pelagem.
São penalizadas, como sinal de pigmentação
insuficiente, a ausência da máscara, os
olhos claros, os penetrantes, as marcas
claras e esbranquiçadas, no antepeito e na
face interna dos membros, as unhas de cor
clara e a ponta da cauda avermelhada. O
subpêlo é cinza suave. O branco não é
admitido.
|
|
CABEÇA |
- cuneiforme, bem proporcionada ao porte
(seu comprimento é quase igual a 40% da
altura, na cernelha), sem ser rústica, nem
muito alongada, de aspeto geral seca e
largura moderada, entre as orelhas. De
frente e de perfil, a testa é, tão somente,
pouco arqueada, com ou sem sulco sagital
levemente marcado.
A proporção entre o comprimento o do crânio
(C) e o do focinho (F) é de 1:1. |
|
• Crânio |
- moderadamente largo entre as orelhas,
levemente arqueado; de perfil, a testa,
levemente arqueada, às vezes, é reta. |
|
• Stop |
- inclinado mas, pouco pronunciado. |
|
• Focinho |
- maxilares são fortemente desenvolvidos. A
cana nasal é reta. Cana nasal romana ou
côncava é indesejável. |
|
• Trufa |
- preta. |
|
• Lábios |
- de cor escura, são bem ajustados e secos. |
|
• Bochecha |
- Padrão não comenta |
|
• Mordedura |
- dentadura robusta, sadia e completa (42
dentes, de acordo com a fórmula dentária).
Mordedura em tesoura, isto é, os incisivos,
da arcada superior, tocam pela frente os da
arcada inferior em oclusão justa. A
articulação em torquês, o prognatismo,
superior ou inferior constitui falta, como
também, dentes espaçados. O alinhamento, em
reta, dos incisivos, também é considerado
falta. Os maxilares são fortemente
desenvolvidos para garantir o engaste
profundo das raizes dentárias. |
|
• Olhos |
- de tamanho médio, amendoados, inseridos
faceando com a superfície da pele,
sutilmente oblíquos; a cor, o mais escura
possível. Olhos claros e penetrantes, que
alterem a expressão natural do Pastor
Alemão, são indesejáveis. |
|
• Orelhas |
- de tamanho médio, portadas eretas, bem
firmes e simétricas (nunca inclinadas
lateralmente em posição oblíqua); com as
extremidades pontiagudas e as conchas
voltadas para a frente. Considera-se defeito
a orelha portada semi-ereta ou caída.
Portada dobrada para trás, quando em
repouso, não é considerado falta. |
|
PESCOÇO |
-
robusto, bem musculado, sem apresentar pele
solta na garganta (barbela). O pescoço forma
um ângulo em torno de 45º com a horizontal. |
| TRONCO |
|
|
• Linha superior |
- desenvolve-se, sem quebra perceptível, a
partir da inserção do pescoço, bem
articulado, passando pela cernelha, bem
desenvolvida, e pelo dorso, muito
ligeiramente, descendente, para a garupa,
ligeiramente, oblíqua. |
|
• Cernelha |
- mais alta que a garupa. |
|
• Dorso |
- firme, robusto e bem musculado. |
|
• Peito |
- moderadamente longo, com o esterno de
mesmo comprimento e bem marcado. A
profundidade do peito varia em torno de 45 a
48% da altura na cernelha. |
|
• Costelas |
- moderadamente arqueadas. O tórax em barril
é considerado um defeito tão grave quanto as
costelas achatadas. |
|
• Ventre |
- largo, fortemente desenvolvido e bem
musculado. |
|
• Lombo |
- largo, forte e curto. |
|
• Garupa |
- longa e ligeiramente oblíqua, fazendo um
ângulo em torno de 23º, com a horizontal e
fundindo-se com a linha superior sem solução
de continuidade. |
|
MEMBROS - descriçao de membros |
|
Anteriores - visto de qualquer
ângulo, os anteriores são aprumados; visto
pela frente, são perfeitamente paralelos. |
|
• Ombros |
- escápula e o úmero são de mesmo tamanho e
bem ajustados ao tórax, graças à poderosa
musculatura. A angulação escapuloumeral,
ideal, é 90º, na prática, até 110º. Seja em
Stay ou em movimento, os cotovelos devem
trabalhar rente ao tórax. |
|
• Braços |
- Padrão não comenta |
|
• Cotovelos |
- Padrão não comenta |
|
• Antebraços |
- visto de qualquer ângulo, são retos e
perfeitamente paralelos, secos e guarnecidos
de forte musculatura. |
|
• Carpos |
- Padrão não comenta |
|
• Metacarpos |
- comprimento varia em torno de um terço do
comprimento do antebraço, formando, com
este, um ângulo em torno dos 20º aos 22º.
Tanto o metacarpo muito inclinado (mais que
22º), quanto o muito escarpado (menos de
20º), prejudicam o desempenho do cão,
principalmente, no que concerne à sua
resistência. |
|
• Patas |
- ovais, dígitos bem fechados e arqueados,
os coxins têm sola dura, sem tendência a
fissuras; as unhas são fortes e de cor
escura. |
|
Posteriores - ligeiramente inclinados
e, vistos por trás, se mantém paralelos. |
|
• Coxas |
- potentes e bem musculadas. O fêmur e a
tíbia são, quase, do mesmo tamanho, formando
um ângulo, em torno dos 120º. |
|
• Joelhos |
- fêmur e tíbia, de comprimentos iguais
fazem um angulo de 90°. |
|
• Pernas |
- Padrão não comenta |
|
• Metatarsos |
- Padrão não comenta |
• Jarretes
|
- verticais e paralelos. Sem ergôs. |
|
• Patas |
- ovais, fortes, compactas, com dígitos bem
arqueados, unhas escuras, sem ergôs. |
|
CAUDA |
- inserção media comprimento até os
jarretes, podendo ultrapassar. Em repouso,
portada em sabre. Em movimento eleva-se no
prolongamento do dorso. |
|
MOVIMENTAÇÃO |
- é um trotador. As angulações e o
comprimento dos membros são equilibrados de
modo a anular a oscilação da linha superior,
tornando-a imperceptível, para que os
posteriores, aprumados, possam realizar
passadas com um bom alcance à frente e, os
anteriores, igual cobertura de solo.
Qualquer tendência à superangulação, nos
posteriores, reduz a firmeza e a resistência
geral. Angulações equilibradas permitem a
execução de passadas de grande amplitude,
rentes ao solo, sem, aparentemente, revelar
esforço. Durante o exercício do trote,
ritmado e fluente, com a cabeça projetada
para a frente, a linha superior se desenha
em contorno suave, harmonioso e contínuo,
desde a ponta das orelhas, passando pela
nuca e dorso, até a ponta da cauda,
levemente elevada. |
|
DESQUALIFICAÇÕES |
- Padrão não comenta |
|
|
|