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ASPECTO GERAL |
- um cão de porte grande, poderoso e
musculoso, seguramente mais forte e menos
fino na forma que os demais lebréis de pêlo
curto (contudo ele não deve ser pesado nem
letárgico). Na sua aparência, ele é
semelhante ao lebrél asiático seu ancestral.
A poderosa estrutura, o tronco curto, a
inconfundível musculatura e os poderosos
maxilares mostram que esse cão tem sido
usado para caçadas nas difíceis condições
climáticas da Polônia. A expressividade dos
olhos, com o olhar incisivo e penetrante
revelam o importante papel no seu aspecto
geral. |
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TALHE |
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• Altura da Cernelha |
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Macho: |
Altura
Máxima |
- 80 cm |
| Altura Mínima |
- 70 cm |
| Altura Ideal |
- padrão não comenta. |
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Fêmea: |
Altura Máxima |
- 75 cm |
| Altura Mínima |
- 68 cm |
| Altura Ideal |
- padrão não comenta. |
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• Comprimento |
- |
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• Peso |
- |
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TEMPERAMENTO |
- autoconfiante, corajoso, reservado e
valente. Quando em caça é rápido, muito
habilidoso e incansável. Em ação ele reage
rápida e brutalmente.
Pele: bem ajustada e elástica. |
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PELE |
- Padrão não comenta |
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PELAGEM |
- é saltada ao toque, preferencialmente
áspera, sem ser de arame, sem ser sedosa
também. De comprimentos variados ao longo do
corpo. Na cernelha a pelagem pode ser mais
longa, mais curta nos flancos; no esterno e
nos membros é mais curta. No abdome mais
delicado, mais esparsa. Nos culotes e ao
longo da linha inferior da cauda o pêlo é
mais longo, mas ainda áspero, formando
modestos calções e um pincel. |
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COR |
- todas as cores são admitidas. A orla das
pálpebras e a trufa preta ou escura; quando
a cor da pelagem é mais clara, isto é, azul
ou beije, a trufa combina com o azul ou
beije. |
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CABEÇA |
- forte, esguia e longa. |
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• Crânio |
- o topo do crânio deve ser chato; o Sulco
sagital é ligeiramente pronunciado e a
profundidade ideal é de 5 mm; os ossos
frontais e as arcadas superciliares são
ligeiramente marcadas. As linhas laterais do
crânio devem fundir-se perfeitamente com as
linhas laterais do focinho. |
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• Stop |
- levemente marcado. |
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• Focinho |
- forte, adelgaçando-se em direção à trufa
tão suavemente que não dá a impressão de ser
pontiagudo, mas de ser muito truncado para
um lebrél. A posição da trufa ideal é
ligeiramente abaixo da linha superior do
focinho. As linhas superiores do focinho e
do crânio devem ser ligeiramente
divergentes. |
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• Trufa |
- preta ou escura, projetando-se além da
linha anterior dos lábios. |
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• Lábios |
- integralmente definidos, bem delineados
sem excesso; a parte anterior do focinho
pode formar uma dobra menor cobrindo as
bordas pigmentadas do lábio inferior, mas
jamais pendente e sem ocultar a mandíbula. |
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• Bochecha |
- Padrão não comenta |
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• Mordedura |
- maxilares e dentes fortes. Mordedura em
tesoura, aceitável em torquês. |
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• Olhos |
- desejável escuros. De acordo com a pelagem
do cão, a íris pode ter nuanças indo do
marrom escuro à cor âmbar. Os olhos são
expressivos, preferencialmente grandes, de
inserção ligeiramente oblíqua (amendoados).
A expressão dos olhos deve ser
característica: vivaz e penetrante. |
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• Orelhas |
- de tamanho médio, bem estreitas; inseridas
no nível dos olhos; deitadas para a frente
as pontas facilmente tocam os cantos mediais
dos olhos. O pavilhão auditivo tem uma
cartilagem relativamente macia; as orelhas
dão a impressão de serem rechonchudas.
Portes admitidos:
1. Dobradas para trás, tocando a nuca.
2. Em telhado.
3. Em estado de excitação, as orelhas podem
ficar completamente erguidas, ou com as
pontas ligeiramente dobradas para frente. |
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PESCOÇO |
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longo musculoso, poderosos, de seção
transversal oval, elevando-se suavemente da
linha dos ombros. O porte da cabeça
preferencialmente alto (O lebrel polonês, em
repouso, porta a cabeça ligeiramente mais
baixa do que o greyhound). |
| TRONCO |
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• Linha superior |
- reta na região torácica, suavemente
arqueada na região lombar. Nas fêmeas, a
linha superior quase reta na região lombar
não é considerado falta. |
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• Cernelha |
- pequena, mas marcada. |
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• Dorso |
- reto. |
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• Peito |
- a caixa torácica é muito espaçosa e
profunda (o ideal é a caixa torácica
alcançando a ponta do cotovelo na região do
esterno), moderadamente largo visto de
frente; as costelas Esterno longo. |
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• Costelas |
- devem ser arqueadas em direção a garupa,
claramente arqueada, sem ser em barril.
Costelas longas, oblíquas em relação à viga
vertebral. |
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• Ventre |
- esgalgado. |
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• Lombo |
- largo e musculado. |
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• Garupa |
- inclinada, ligeiramente caída, longa,
musculada e larga; a ponta do íleo bem
afastadas (a largura entre as pontas dos
ilíacos representam 12 a 14% da altura na
cernelha). |
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MEMBROS - descriçao de membros |
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Anteriores - longos, esguios,
musculados, não muito afastados: vistos pela
frente paralelos. |
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• Ombros |
- longos e bem inclinados. |
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• Braços |
- Padrão não comenta |
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• Cotovelos |
- Padrão não comenta |
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• Antebraços |
- longos; a proporção entre a ponta do
cotovelo e o solo em relação à altura na
cernelha deve ser cerca de 54%, e ser
equilibrada de maneira que o cão não pareça
ser excessivamente pernalta. |
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• Carpos |
- Padrão não comenta |
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• Metacarpos |
- ligeiramente inclinados em relação ao
solo. |
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• Patas |
- ovais, com dígitos compactos e bem
arqueados. |
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Posteriores - longos, musculados,
muito bem angulados, ligeiramente inclinados
para trás e ligeiramente afastados, mas
evidentemente menos que o greyhound. Visto
por trás, os membros devem ser paralelos. |
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• Coxas |
- longas. |
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• Joelhos |
- Padrão não comenta |
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• Pernas |
- Padrão não comenta |
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• Metatarsos |
- Padrão não comenta |
• Jarretes
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- fortes. |
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• Patas |
- ovais, ligeiramente maiores que as
anteriores: dígitos apertados, compactos. |
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CAUDA |
- franjada, longa, grossa na raiz, em
repouso portada baixa; a ponta da cauda deve
ficar em forma de foice curvada para cima ou
formando um anel completo. Às vezes, quando
em repouso, a cauda pode pender reta, mas
nunca excessivamente como a cauda de vaca.
Em movimento, a cauda pode ser portada mais
alta, mas a base da cauda não deve ser
portada num nível mais alto que o do lombo. |
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MOVIMENTAÇÃO |
- o movimento deve ser fluente e enérgico; a
angulação apropriada dos membros proporciona
o alcance do membro bem à frente e uma
passada com boa cobertura de solo tanto a
passo quanto a trote. O lebrél polonês a
passo lento pode fazer o passo de camelo,
mas com a aceleração da velocidade, ele deve
voltar à passada normal de trote em
diagonal. O movimento dos posteriores é uma
das características; a passada pode fazer
uma trilha única em trote lento o que não é
uma falta. |
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FALTAS GRAVES |
- padrão não comenta. |
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DESQUALIFICAÇÕES |
- Padrão não comenta |