Padrão de raças por ordem alfabética
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Nome:LEBRÉL POLONÊS Nome 2 :Polish Greyhound. Nome 3 : Padrão não comenta
Origem: Polônia
Nome de origem: Chart Polski;
Utilização: Caça.
 
ASPECTO GERAL - um cão de porte grande, poderoso e musculoso, seguramente mais forte e menos fino na forma que os demais lebréis de pêlo curto (contudo ele não deve ser pesado nem letárgico). Na sua aparência, ele é semelhante ao lebrél asiático seu ancestral. A poderosa estrutura, o tronco curto, a inconfundível musculatura e os poderosos maxilares mostram que esse cão tem sido usado para caçadas nas difíceis condições climáticas da Polônia. A expressividade dos olhos, com o olhar incisivo e penetrante revelam o importante papel no seu aspecto geral.
TALHE  
• Altura da Cernelha
Macho: Altura Máxima - 80 cm
Altura Mínima - 70 cm
Altura Ideal - padrão não comenta.
Fêmea: Altura Máxima - 75 cm
Altura Mínima - 68 cm
Altura Ideal - padrão não comenta.
• Comprimento -
• Peso -
TEMPERAMENTO - autoconfiante, corajoso, reservado e valente. Quando em caça é rápido, muito habilidoso e incansável. Em ação ele reage rápida e brutalmente.
Pele: bem ajustada e elástica.
PELE - Padrão não comenta
PELAGEM - é saltada ao toque, preferencialmente áspera, sem ser de arame, sem ser sedosa também. De comprimentos variados ao longo do corpo. Na cernelha a pelagem pode ser mais longa, mais curta nos flancos; no esterno e nos membros é mais curta. No abdome mais delicado, mais esparsa. Nos culotes e ao longo da linha inferior da cauda o pêlo é mais longo, mas ainda áspero, formando modestos calções e um pincel.
COR - todas as cores são admitidas. A orla das pálpebras e a trufa preta ou escura; quando a cor da pelagem é mais clara, isto é, azul ou beije, a trufa combina com o azul ou beije.
CABEÇA - forte, esguia e longa.
• Crânio - o topo do crânio deve ser chato; o Sulco sagital é ligeiramente pronunciado e a profundidade ideal é de 5 mm; os ossos frontais e as arcadas superciliares são ligeiramente marcadas. As linhas laterais do crânio devem fundir-se perfeitamente com as linhas laterais do focinho.
• Stop - levemente marcado.
• Focinho - forte, adelgaçando-se em direção à trufa tão suavemente que não dá a impressão de ser pontiagudo, mas de ser muito truncado para um lebrél. A posição da trufa ideal é ligeiramente abaixo da linha superior do focinho. As linhas superiores do focinho e do crânio devem ser ligeiramente divergentes.
• Trufa - preta ou escura, projetando-se além da linha anterior dos lábios.
• Lábios - integralmente definidos, bem delineados sem excesso; a parte anterior do focinho pode formar uma dobra menor cobrindo as bordas pigmentadas do lábio inferior, mas jamais pendente e sem ocultar a mandíbula.
• Bochecha - Padrão não comenta
• Mordedura - maxilares e dentes fortes. Mordedura em tesoura, aceitável em torquês.
• Olhos - desejável escuros. De acordo com a pelagem do cão, a íris pode ter nuanças indo do marrom escuro à cor âmbar. Os olhos são expressivos, preferencialmente grandes, de inserção ligeiramente oblíqua (amendoados). A expressão dos olhos deve ser característica: vivaz e penetrante.
• Orelhas - de tamanho médio, bem estreitas; inseridas no nível dos olhos; deitadas para a frente as pontas facilmente tocam os cantos mediais dos olhos. O pavilhão auditivo tem uma cartilagem relativamente macia; as orelhas dão a impressão de serem rechonchudas.
Portes admitidos:
1. Dobradas para trás, tocando a nuca.
2. Em telhado.
3. Em estado de excitação, as orelhas podem ficar completamente erguidas, ou com as pontas ligeiramente dobradas para frente.
PESCOÇO - longo musculoso, poderosos, de seção transversal oval, elevando-se suavemente da linha dos ombros. O porte da cabeça preferencialmente alto (O lebrel polonês, em repouso, porta a cabeça ligeiramente mais baixa do que o greyhound).
TRONCO  
• Linha superior - reta na região torácica, suavemente arqueada na região lombar. Nas fêmeas, a linha superior quase reta na região lombar não é considerado falta.
• Cernelha - pequena, mas marcada.
• Dorso - reto.
• Peito - a caixa torácica é muito espaçosa e profunda (o ideal é a caixa torácica alcançando a ponta do cotovelo na região do esterno), moderadamente largo visto de frente; as costelas Esterno longo.
• Costelas - devem ser arqueadas em direção a garupa, claramente arqueada, sem ser em barril. Costelas longas, oblíquas em relação à viga vertebral.
• Ventre - esgalgado.
• Lombo - largo e musculado.
• Garupa - inclinada, ligeiramente caída, longa, musculada e larga; a ponta do íleo bem afastadas (a largura entre as pontas dos ilíacos representam 12 a 14% da altura na cernelha).
MEMBROS - descriçao de membros
Anteriores - longos, esguios, musculados, não muito afastados: vistos pela frente paralelos.
• Ombros - longos e bem inclinados.
• Braços - Padrão não comenta
• Cotovelos - Padrão não comenta
• Antebraços - longos; a proporção entre a ponta do cotovelo e o solo em relação à altura na cernelha deve ser cerca de 54%, e ser equilibrada de maneira que o cão não pareça ser excessivamente pernalta.
• Carpos - Padrão não comenta
• Metacarpos - ligeiramente inclinados em relação ao solo.
• Patas - ovais, com dígitos compactos e bem arqueados.
Posteriores - longos, musculados, muito bem angulados, ligeiramente inclinados para trás e ligeiramente afastados, mas evidentemente menos que o greyhound. Visto por trás, os membros devem ser paralelos.
• Coxas - longas.
• Joelhos - Padrão não comenta
• Pernas - Padrão não comenta
• Metatarsos - Padrão não comenta
• Jarretes
 
- fortes.
• Patas - ovais, ligeiramente maiores que as anteriores: dígitos apertados, compactos.
CAUDA - franjada, longa, grossa na raiz, em repouso portada baixa; a ponta da cauda deve ficar em forma de foice curvada para cima ou formando um anel completo. Às vezes, quando em repouso, a cauda pode pender reta, mas nunca excessivamente como a cauda de vaca. Em movimento, a cauda pode ser portada mais alta, mas a base da cauda não deve ser portada num nível mais alto que o do lombo.
MOVIMENTAÇÃO - o movimento deve ser fluente e enérgico; a angulação apropriada dos membros proporciona o alcance do membro bem à frente e uma passada com boa cobertura de solo tanto a passo quanto a trote. O lebrél polonês a passo lento pode fazer o passo de camelo, mas com a aceleração da velocidade, ele deve voltar à passada normal de trote em diagonal. O movimento dos posteriores é uma das características; a passada pode fazer uma trilha única em trote lento o que não é uma falta.
FALTAS GRAVES - padrão não comenta.
DESQUALIFICAÇÕES - Padrão não comenta