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ASPECTO GERAL |
- de porte médio, forte, musculosamente
construído. Através das elegantes linhas de
seu corpo, sua estatura arrogante e sua
expressão de determinação, ele configura a
estampa de um cão ideal. |
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PROPORÇÕES |
- o tronco do doberman se afigura quase
quadrada, particularmente nos machos. O
comprimento do tronco, medido desde a ponta
do ombro até a ponta do ísquio (nádegas),
nos machos, não deve ser maior que 5% da sua
altura na cernelha e, nas fêmeas, 10%.. |
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TALHE |
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• Altura da Cernelha |
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Macho: |
Altura
Máxima |
- 72 cm |
| Altura Mínima |
- 68 cm |
| Altura Ideal |
- O tamanho médio é desejado, |
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Fêmea: |
Altura Máxima |
- 68 cm |
| Altura Mínima |
- 63 cm |
| Altura Ideal |
- O tamanho médio é desejado, |
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• Comprimento |
- a fêmea pode ser um pouco mais alongada.
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• Peso |
- machos 40 a 45 quilos. fêmeas 32 a 35
quilos. |
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TEMPERAMENTO |
- a atitude do doberman é amigável e calma;
muito devotado à família ele ama as
crianças. É desejável um temperamento e
dureza médios. É exigido um limiar de
excitação médio com um bom relacionamento
com seu dono. De fácil aprendizado, o
doberman adora o trabalho, devendo possuir
para tal, expressiva habilidade, coragem e
dureza. São também exigidos os valores de
autoconfiança e intrepidez, como também,
adaptabilidade e atenção para se encaixar no
ambiente social. |
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PELE |
- ajustada, toda bem amoldada e bem
pigmentada. |
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PELAGEM |
- Pêlos: curtos duros e retos. Muito bem
assentes, lisos e igualmente distribuídos em
toda a superfície. Sem subpêlos. |
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COR |
- preto ou marrom, com marcações vermelho
ferrugem claramente definidas e limpas: no
focinho, uma ilha em cada face e acima dos
olhos, no topo dos supercílios, na garganta,
duas marcas no antepeito, no metacarpo,
metatarso e pés, na face interna das coxas,
nos membros e sob a cauda. |
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CABEÇA |
- robusta em proporção ao tronco. Vista por
cima, a cabeça tem um contorno moderadamente
cuneiforme. De perfil, a linha superior do
focinho é quase reta, em relação à linha
superior do crânio, a qual se arredonda
sutilmente para a linha superior do pescoço.
Vista de frente e de topo, as faces da
cabeça não devem ser salientes. O suave
arqueamento entre a região posterior da
maxila e o osso malar deve harmonizar-se com
o comprimento total da cabeça, cujos
músculos devem ser bem desenvolvidos. |
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• Crânio |
- visto pela frente, o topo é quase
horizontal sem descair para as orelhas. A
arcada superciliar é bem desenvolvida, sem
protrusão. O sulco sagital é brandamente
visível. O occipital não deve ser eminente. |
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• Stop |
- suave mas, visivelmente desenvolvido. |
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• Focinho |
- está em proporção correta com o crânio
devendo ser fortemente desenvolvido e com
profundidade. A abertura da boca deve ser
ampla, alcançando os dentes molares. Na
região dos incisivos, superiores e
inferiores, o focinho deve ter boa largura. |
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• Trufa |
- narinas bem desenvolvidas, mais para larga
que para redonda, com aberturas amplas, sem
protrusão no conjunto. Preta nos cães
pretos; nos marrons, cores correspondentes
mais claras. |
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• Lábios |
- pele bem ajustada e bem modelada aos
maxilares, o que garante uma oclusão
completa da boca. O pigmento das gengivas
deve ser escuro; nos cães marrons a nuança é
correspondente e mais clara. |
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• Bochecha |
- Padrão não comenta |
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• Mordedura |
- maxilares poderosos, tanto o superior
quanto o inferior, mordedura em tesoura, 42
dentes corretamente engastados e de tamanho
médio. |
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• Olhos |
- de tamanho médio, ovais e de cor escura.
Nuanças mais claras são permitidas em
exemplares marrons. Pálpebras bem ajustadas
e revestidas pela pelagem. Alopecia das
pálpebras é altamente indesejável. |
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• Orelhas |
- de inserção alta, portadas eretas e
operadas com um comprimento proporcional à
cabeça. Nos países cuja ototomia é proibida,
as orelhas inteiras são igualmente
reconhecidas (de preferência, tamanho médio
com a borda anterior caindo rente às faces). |
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PESCOÇO |
-
de bom comprimento, sendo proporcional ao
tronco e à cabeça. É seco e musculado. O
contorno emerge gradualmente, com uma
curvatura suave. Portado empinado exibindo
muita nobreza. |
| TRONCO |
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• Linha superior |
- Padrão não comenta |
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• Cernelha |
- pronunciada tanto do comprimento quanto na
altura, especialmente nos machos,
determinando, desse modo, a inclinação da
linha superior subindo da garupa para a
cernelha. |
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• Dorso |
- curto e firme, de boa largura e bem
musculado. |
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• Peito |
- de comprimento e largura em correta
proporção com o comprimento do tronco. A
profundidade deve ser de, aproximadamente,
50% da altura na cernelha. Peito de boa
largura e antepeito especialmente bem
desenvolvido.
Lombo: de boa largura e bem musculado. A
fêmea pode ser mais longa no lombo em razão
da necessidade de espaço para a lactação. |
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• Costelas |
- suavemente arqueadas. |
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• Ventre |
- perceptivelmente esgalgado. |
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• Lombo |
- de boa largura e bem musculado. A fêmea
pode ser mais longa no lombo em razão da
necessidade de espaço para a lactação. |
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• Garupa |
- suavemente caída, dificilmente perceptível
do osso sacro à raiz da cauda, parecendo bem
arredondada, sem ser reta nem muito caída,
de boa largura e bem musculada. |
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MEMBROS - descriçao de membros |
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Anteriores - visto de qualquer
ângulo, são quase retos, verticais e
fortemente desenvolvidos. |
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• Ombros |
- escapula bem ajustada contra o tórax,
ambos os lados da borda da escapula são bem
musculados alcançando acima do ápice da
vértebra torácica, o mais inclinada possível
e bem acoplada ao dorso. O ângulo com a
horizontal é de, aproximadamente, 50%. |
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• Braços |
- de bom comprimento, bem musculados, com o
úmero fazendo um ângulo com a escapula,
aproximado, de 110˚ a 115˚. |
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• Cotovelos |
- trabalhando bem ajustados ao tórax, sem
ser para fora. |
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• Antebraços |
- fortes e retos. Bem musculados.
Comprimento em harmonia com o corpo inteiro. |
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• Carpos |
- fortes.
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• Metacarpos |
- ossatura forte. Visto de frente, reto.
Visto de perfil, somente uma suave
inclinação, máximo 10º. |
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• Patas |
- pequenas e compactas. Dígitos bem
arqueados para cima (patas-de-gato). Unhas
curtas e pretas. |
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Posteriores - Os músculos correndo do
osso pélvico para a coxa e a perna resulta
numa largura bem desenvolvida, assim como na
região da coxa, na região da articulação do
joelho e na perna. Os posteriores fortes e
retos e paralelos. |
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• Coxas |
- bom comprimento/largura, bem musculadas.
Boas angulações, com 80º a 85º c/
horizontal. |
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• Joelhos |
- articulação forte sendo formada pela coxa
com a perna, bem como a rótula. Angulação
aproximada de 130º. |
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• Pernas |
- de comprimento médio e em harmonia com o
comprimento total do membro posterior. |
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• Metatarsos |
- curtos e verticais. |
• Jarretes
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- médio forte e paralelo. A tíbia
articula-se com o metatarso na articulação
do jarrete (ângulo em torno de 140º). |
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• Patas |
- como as anteriores, os dígitos são curtos,
arqueados e compactos. Unhas curtas e
pretas. |
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CAUDA |
- de inserção alta e amputada curta, na
região aproximada da articulação da segunda
com a terceira vértebra caudal (duas
vértebras caudais permanecem visíveis). Nos
países cuja caudectomia está proibida a
cauda pode permanecer íntegra. |
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MOVIMENTAÇÃO |
- elástica, elegante, ágil e boa cobertura
de solo. Os membros anteriores alcançando o
mais longe possível. Os posteriores
fornecendo uma propulsão elástica e de boa
amplitude. Anteriores e posteriores de lados
opostos movendo-se simultaneamente.
Apresenta boa estabilidade nos posteriores,
ligamentos e articulações. |
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FALTAS GRAVES |
- padrão não comenta. |
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DESQUALIFICAÇÕES |
- Padrão não comenta |